Os deputados tanto nos EUA quanto no Japão estão discutindo a mesma coisa: a regulamentação do material que pode ser considerado como pornografia infantil na internet. O objetivo é impor filtros, criar redes de denúncia e tudo mais que for necessário para conter o avanço dessa praga.
Obviamente, tais investidas irão atingir diretamente os mangás e animês, aliás, no Japão o selo de “material prejudicial” tem sido atribuído a um número cada vez maior de quadrinhos, inclusive shoujo mangá, mesmo que a maioria do material lolicon passe batido – inclusive revistas que saem em livrarias comuns – e, claro, material que em qualquer lugar do mundo ocidental seria considerado como pedófilo com menininhas de verdade, com idades tão baixas quanto 4 ou 5 anos, seja abertamente vendido em sites como o Amazon Japão.
Fonte/Agradecimentos: Valéria Fernandes